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	<title>Blog Mídias Sociais &#187; Coletivo</title>
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	<description>Escave as Mídias Sociais</description>
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		<title>Vende-se um tweet!</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 12:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leitor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitas pessoas vêem o twitter como um meio de mídia fácil e gratuito de se auto-promover ou aumentar a lucratividade dos seus negócios. O twitter é sim uma arma para as empresas e pessoas dependendo do que é “twitado” ou você se promove ou você se rebaixa. Quem nunca recebeu um “me segue que eu te [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas vêem o twitter como um meio de mídia fácil e gratuito de se auto-promover ou aumentar a lucratividade dos seus negócios. O twitter é sim uma arma para as empresas e pessoas dependendo do que é “twitado” ou você se promove ou você se rebaixa. Quem nunca recebeu um “me segue que eu te sigo” ou “preciso de x seguidores” ou “siga fulano e ganhe 10 followers” de uma pessoa anônima que quer ser famosa ou de fake?<br />
Os perfis corporativos tem tomado conta do twitter, empresas que lançam promoções, fazem sorteio e ganham dinheiro com suas “twitadas”, agora existe também os perfis comerciais pessoa física. Como? Rafinha Bastos é um dos mais influentes do twitter e aproveitou para fazer um extra cobrando para enviar mensagens para anunciantes. Rafinha Bastos e Sabrina Satto anunciam móveis, celulares, absorventes femininos e até bebidas alcoólicas, entre outros itens e serviços.<br />
“O segredo do sucesso, segundo os próprios tuiteiros, é não esconder o papel de garoto-propaganda digital. &#8220;As pessoas que me seguem no Twitter não são bobas: elas sabem diferenciar um tweet normal de uma mensagem publicitária. É preciso deixar isso bem claro&#8221;, diz Rafinha Bastos. Hugo Gloss concorda. Para evitar reações negativas de seus seguidores, ele inicia os posts pagos com a hashtag (marcação) &#8220;#pb&#8221; – indicando que ali se inicia uma publicidade.” (<a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/campeoes-de-audiencia-do-twitter-vendem-de-tudo-na-rede" target="_blank">http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/campeoes-de-audiencia-do-twitter-vendem-de-tudo-na-rede</a>)</p>
<p>Já pensou em vender seu espaço no twitter?</p>
<p>Samantha Dutra &#8211; <a href="http://twitter.com/#!/sasa_dutra" target="_blank">@sasa_dutra</a></p>
<p>Formanda em Publicidade e Propaganda, especializando em mídias sociais e web. Amo fotografia e marketing. Tenho 26 anos, sou casada e moro em Belo Horizonte. Meu blog: <a href="http://www.sasadutra.blogspot.com/" target="_blank">www.sasadutra.blogspot.com</a></p>
<p><a href="http://www.midiassociais.net/2011/01/como-eu-posso-enviar-meu-material/"><img src="http://www.midiassociais.net/ads/post-button.jpg" alt="" border="0" /></a></p>
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		<title>Foi um passarinho quem me contou</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 02:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leitor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
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		<description><![CDATA[Pois é, hoje venho aqui pra falar do azulzinho, não, não é o Viagra, é o twitter. É a internet “materializando” os velhos ditados. Hoje em dia muito se fala de um pássaro azul que manda mensagens em 140 caracteres, e quanto mais o tempo passa, mais “followers” ele consegue. Claro, que esse gráfico de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, hoje venho aqui pra falar do azulzinho, não, não é o Viagra, é o twitter.</p>
<p>É a internet “materializando” os velhos ditados. Hoje em dia muito se fala de um pássaro azul que manda mensagens em 140 caracteres, e quanto mais o tempo passa, mais “followers” ele consegue.</p>
<p>Claro, que esse gráfico de seguidores nem sempre é crescente, pois, como toda ferramenta de uso social o seu foco são as pessoas, e estas provocam tais oscilações, simplesmente por serem mutáveis, ou seja, estão sempre mudando de opinião e procurando novidades.</p>
<p>Perguntei ao @LucianoPalma se ele sabia mais ou menos quantas pessoas no Brasil tinham cadastro ou acessavam o micro blog, como resposta ele me disse: <em>“sei que no mundo está girando em torno de 170 milhões, não tenho os dados do Brasil, mas dá pra calcular mais ou menos porque temos 1/3 da população com acesso a internet e desses, quase 90% está nas redes sociais. Se uns 50 a 60% estiver no twitter, são cerca de 20 a 30 milhões</em>.”  É um ótimo número não é?</p>
<p>Para muitos, passar um dia sem acessá-lo é um tormento. Interferir nisso é como intervir no banho diário de alguém. O Twitter virou uma necessidade e é necessário que os empresários, chefes, gerentes e diretores aceitem este fato e compreendam que os funcionários vão sim acessar a conta pelo trabalho.</p>
<p>Atualmente é bastante comum esse comportamento, principalmente entre colaboradores da Geração Y e algumas empresas ainda não estão preparadas para aceitar isso dos seus funcionários e diante do despreparo: bloqueiam ou punem o colaborador. Isso é um erro ou as empresas devem mesmo coibir?</p>
<p><strong>Uma dica, use Com Moderação!</strong><strong></strong></p>
<p>De uns tempos para cá o Twitter também virou alvo da ditadura que insiste em interferir na liberdade de expressão e direito de opinião que as pessoas têm. Ultimamente para que você emita sua opinião via Twitter, você tem que ter muito cuidado com o que vai dizer; pois a imprensa, advogados e defensores em geral estão de olho no que você diz &#8211; então o conselho é que você tenha muito cuidado ao se expressar na sua própria rede. (Fonte:<em> </em><a href="http://marketingdigitalenovasmidias.blogspot.com/"><em>http://marketingdigitalenovasmidias.blogspot.com</em></a><em> </em>|| Por <em>@priscylladuarte </em>).</p>
<p>Muitos têm suas dúvidas em relação ao verdadeiro foco do Twitter, ou sobre o que postar lá, perguntei pra meu amigo @_JrAmaral, o que ele Tuita e o que ele acha do uso da ferramenta pelos demais e ele me disse que: “<em>Alguns usuários levam a risca e ficam tuitando o dia todo, escrevem efemeridades a todo momento. E eu o que publico? Na verdade não saio escrevendo compulsivamente. Só tuíto o que realmente acho que pode somar na cultura de quem me segue.”</em></p>
<p>A forma que ele pensa realmente é ótima, ela economiza tempo e não polui seu perfil com “bobeiras”, mas eu penso que se não fosse essas “bobeiras” o micro-blog não teria o sucesso que tem, se houvessem restrições sobre como se expressar, a página não seria tão bem aceita como ela é hoje, concordam?</p>
<p>No final das contas acho que a ferramenta só tem ajudado, pois, colabora muito para a divulgação de marcas, produtos ou até uma simples notícia, pois estas circulam de forma muito rápida e para muitas pessoas. Por isso é bastante usado por empresas de vários segmentos.</p>
<p>Não sei se no final das contas a intenção dos criadores foi montar uma ferramenta de marketing ou apenas quiseram dar voz ao povo, pra dizer o que bem entender, só sei que de uma forma ou outra caiu nas graças da galera, e falando besteira ou não o que interessa é se a informação foi bem recebid, pois o mundo vive disso, compartilhamento de idéias. E se compartilhar idéias é a intenção desse passarinho fofoqueiro, creio que tem dado muito certo.</p>
<p>Por: <a href="http://twitter.com/#!/gilgobira" target="_blank">@gilgobira</a></p>
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		<title>A geração Y e a desmotivação no ambiente de trabalho</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 18:04:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leitor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[geração y]]></category>
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		<description><![CDATA[Existem vários fatores que fazem com que, nós, Y, nos desmotivemos no ambiente de trabalho. Estamos muito expostos a esse tipo de acontecimento, porque temos no DNA – gravada a ferro quente – a palavra IMPACIÊNCIA. Queremos ser reconhecidos, ter salários altos e receber uma promoção rapidamente. Mas merecemos tudo isso? Eis a questão: os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem vários fatores que fazem com que, nós, Y, nos desmotivemos no ambiente de trabalho. Estamos muito expostos a esse tipo de acontecimento, porque temos no DNA – gravada a ferro quente – a palavra IMPACIÊNCIA. Queremos ser reconhecidos, ter salários altos e receber uma promoção rapidamente.</p>
<p>Mas merecemos tudo isso?</p>
<p>Eis a questão: os integrantes da geração Y, na maioria das vezes, acham que merecem, pois são proativos, descolados, têm uma facilidade surpreendente de aprendizado, sabem dialogar sobre diversos assuntos, conseguem impressionar e, no final, colaboram e muito para o crescimento da empresa.</p>
<p>Quando não vem a generosa recompensa, simplesmente a casa cai! Adeus, empresa; “tchau, tchau”, colegas de trabalho; muito obrigado por tudo e bola pra frente!<br />
Muitos perguntam o porquê da revolta e tudo mais, mas não se trata de uma revolta e sim de insatisfação. Não que os outros não trabalhem, mas nos desdobramos, vemos que criamos um diferencial e não somos reconhecidos: isso, para um Y, é uma derrota!</p>
<p><em>Game over!</em></p>
<p>Poderíamos dizer que, muitas vezes, ocorre um “contentamento descontente”: você quer ficar, mas algo parece tão errado e sem graça, que a desmotivação acaba por ser maior, enquanto seu superior não enxerga as falhas e o ambiente se torna praticamente insuportável.</p>
<p>Porém, lembre-se de ser, no mínimo, sensato nessas horas: analise todas as possibilidades, programe os seus movimentos e, se estiver desmotivado, peça para sair. Nunca, em hipótese alguma, prejudique seu trabalho, pois assim estará prejudicando a si próprio e, principalmente, aos seus clientes.</p>
<p>É apenas algo a se pensar, pois se trata de uma situação comum ao cotidiano, diante da qual muitos não têm coragem de deixar seu emprego.</p>
<p>Mas, se formos levar em conta tudo o que um jovem é capaz de fazer, vale a pena arriscar e procurar algo melhor: os Y são capazes de surpreender e devem aproveitar todo o reconhecimento que lhes é oferecido.</p>
<p>Escrito por Gimar Gobira e editado por Tatiana Kielberman ( @tatikielber )</p>
<p>Gilmar Gobira</p>
<p>Estudante de Sistemas de Informação</p>
<p>Vitória da conquista/BA</p>
<p>Twitter: <a href="http://www.twitter.com\gilgobira" target="_blank">@gilgobira</a></p>
<p>Facebook: <a href="http://www.facebook.com/gilgobira" target="_blank">http://www.facebook.com/gilgobira</a></p>
<p>Orkut: Gil Gobira</p>
<p>Blog: <a href="http://www.tafaltandoar.blogspot.com" target="_blank">www.tafaltandoar.blogspot.com</a></p>
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		<title>Por que a Antropologia, não a Engenharia? O perfil do profissional de Mídias Sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 19:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leitor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado no blog Mídias Sociais, em 24 de janeiro, o post Social Media e Antropologia do Consumo: o nascimento de um novo perfil profissional, parece mais um daqueles de alguém puxando a sardinha pro seu lado na hora de defender a quem cabe o direito sobre certa atividade. Muito parecido com a “briga” entre jornalistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado no blog Mídias Sociais, em 24 de janeiro, o post Social Media e Antropologia do Consumo: o nascimento de um novo perfil profissional, parece mais um daqueles de alguém puxando a sardinha pro seu lado na hora de defender a quem cabe o direito sobre certa atividade. Muito parecido com a “briga” entre jornalistas e relações públicas a respeito de quem cuida da assessoria de imprensa.</p>
<p>A autora, cientista social que atualmente está cursando especialização, onde desenvolve uma pesquisa no campo da antropologia, chama a atenção da oportunidade que surge para profissionais dessa área, mais especificamente aqueles que trabalham com antropologia do consumo. Concordo até certa parte do texto com o ponto de vista dela quando discorre sobre as características de um antropólogo e seu método etnográfico atuando nas redes sociais para entender o comportamento do consumidor e um pouco da relação das pessoas nas redes sociais. Mas julgo radical a opção por dizer que o post, reduzido e restrito a tal área de atuação do conhecimento, possa contribuir para a discussão sobre o perfil do profissional habilitado para trabalhar com mídias sociais e os contornos  que o mercado está tomando. Trata-se de uma opinião particular, nada contra a antropologia, o consumo, as Ciências Sociais, tampouco a autora. O objetivo aqui é demonstrar que, para mim, faltou dizer muita coisa sobre as competências desse “novo profissional” e os rumos do mercado nessa área.</p>
<p>Para começar, por que chamá-lo de “novo profissional? Esse profissional já está no mercado faz tempo. Assistente ou analista de redes sociais, gerente de redes sociais, gerente de novas mídias, não importa como se chama. Grande parte desses cargos hoje é ocupada por jornalistas, publicitários, relações públicas, administradores e até engenheiros. O que esses profissionais fizeram que os levaram aos atuais cargos foi não parar de se atualizar, de se informar, buscar conhecimento, familiaridade com novas tecnologias. Primeiro em suas áreas, depois, estendendo aos poucos um conjunto dessas habilidades, somadas às de suas formações, a outras áreas das empresa. E assim, as companhias encontraram em seus quadros pessoas com as competências e qualidades necessárias para assumir tais cargos.</p>
<p>É fato, as empresas estão mesmo buscando profissionais de Comunicação principalmente para cargos na área de mídias sociais. Ou colocando em uma área tão estratégica como essa pessoas que são apenas usuários mais ativos nas redes sociais. Erros. Gravíssimos. Não é necessário restringir a formação desse profissional, afinal, outras áreas podem contribuir tanto quanto as áreas de Comunicação, depende mais do profissional do que exclusivamente de sua formação. E colocar numa posição de analista ou gerente de mídias sociais um usuário que lida bem com vários perfis nas redes é pior ainda. Essa pessoa pode saber tudo sobre as funcionalidades dos sites de relacionamento, mas nem sempre sabe com que estratégia se deve agir para dialogar com clientes. Conheço muitos casos assim. Verdadeiros desastres. Como mesmo disse a autora, os perfis e sites nas redes sociais de empresas que fazem isso servem única e exclusivamente para dizer “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite” ou divulgar promoções. Interação? Diálogo? Ouvir? Longe disso…</p>
<p>É preciso levar em consideração que um profissional que lida com redes sociais deveria compreender bem o que se passa por trás daquelas conexões, “amizades”, relações, conteúdos gerados por usuários. Seria importante conhecer as implicações das relações humanas com os computadores, dos computadores entre eles e dos indivíduos com os indivíduos através dos computadores. Assim, não basta que seja um antropólogo, um cientista social ou um relações públicas, é necessário que seja um pesquisador nato, um curioso, uma pessoa atenta, interessada em tecnologia e que consiga ligar o conhecimento científico às práticas de mercado. Conhecimento científico para entender as estruturas das redes, suas finalidades, conexões, afinal, redes sociais existem antes da Internet. E práticas de mercado porque, como disse a autora do texto, conhecimentos sobre atendimento a clientes e relacionamento são fundamentais nessa área.</p>
<p>Acredito que o profissional que está se formando para trabalhar com mídias sociais deve ter a perspectiva não apenas antropológica, pois essa é somente uma das abordagens para atuar nesse campo. Ele deve, sim, ter a visão do todo, ou seja, enxergar Administração, Comunicação, Linguagens, Matemática, Estatística, Sociologia e Psicologia em toda a estrutura das redes sociais, suas conexões e atores sociais que fazem parte do meio (leia-se como atores sociais representações ou construções identitárias – RECUERO, 2001 – ou seja, a representação on-line de cada indivíduo, que pode ser desde um perfil no Orkut, no Facebook, no Twitter ou um site, weblog, fotolog etc).  A questão que se põe é a seguinte: onde encontrar um profissional com uma formação tão vasta e completa assim? As universidade estão longe de formar esses profissionais, de capacitar as pessoas para abarcar conhecimento em vez de teorias. Logo, surge aí uma lacuna no mercado: formar e capacitar pessoas para assumir cargos ligados às mídias sociais.</p>
<p>Quanto ao método para investigação nas redes sociais, ele não precisa ser necessariamente a etnografia, dominada pelos antropólogos. Já existe um tipo de observação para a Internet chamado “netnografia” (nethnography = net + ethnography). O neologismo foi originalmente cunhado por um grupo de pesquisadores/as norte-americanos/as, Bishop, Star, Neumann, Ignacio, Sandusky &amp; Schatz, em 1995, para descrever um desafio metodológico no trato com esses materiais: preservar os detalhes ricos da observação e campo etnográfico usando o meio eletrônico para “seguir os atores” (BRAGA, 2008). Não vou entrar em detalhes sobre a netnografia, mas resumidamente seria uma maneira de observar as pessoas e seus rastros na internet, o que é possível pelo histórico dos atores que nunca é apagado nas redes, salvo raras exceções. Mas se você quiser mais detalhes sobre a técnica, leia o livro da professora Adriana Braga que indico no final como bibliografia.</p>
<p>Bem, eu poderia estender esse post numa longa discussão ainda, mas prefiro voltar aqui outras vezes e trocar ideias com vocês, ouvir suas opiniões antes de seguir. Ainda gostaria de falar mais da  questão da interação mediada por computador, dos atores e elementos nas redes sociais, sobre o que faz o profissional que trabalha hoje com mídias sociais, enfim. Tem muita oportunidade e discussão pela frente. Volto outras vezes pra seguirmos juntos.</p>
<p><em>João Vitor Rodriguez &#8211; Relações Públicas, Coordenador de Relacionamento Digital. Mestrando em Comunicação pela PUC-Rio, pesquisando redes sociais e relações de amizade. Carioca, 29 anos, apaixonado pelos finais de semana e por praia!<br />
Blog: <a href="http://inntechie.wordpress.com/" target="_blank">http://inntechie.wordpress.com/</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/#!/jvrodriguez" target="_blank">@jvrodriguez</a></em></p>
<p><a href="http://twitter.com/#!/jvrodriguez" target="_blank"></a><br />
BRAGA, Adriana. Personas materno-eletrônicas: feminilidade e interação no Blog Mothern. Porto Alegre: Sulina, 2008</p>
<p>RECUERO, Raquel. Redes Sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2008.</p>
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		<title>Ah, vou expor minha cara a tapa…</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 22:45:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leitor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
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		<description><![CDATA[Aí ouço do prospect, ou pior, do cliente, falando sobre as mídias sociais: “Ah, mas vou expor minha cara (MPS &#8211; marca/produto/serviço) a tapa?”. Pergunto: novidade? Então agora vamos falar a sério. Todos os dias a sua “cara” está exposta a tapas (e beijos). Não importa quais mídias você use para se promover, você está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aí ouço do prospect, ou pior, do cliente, falando sobre as mídias sociais: <em>“Ah, mas vou expor minha cara (MPS &#8211; marca/produto/serviço) a tapa?”</em>. Pergunto: novidade?</p>
<p>Então agora vamos falar a sério. Todos os dias a sua “cara” está exposta a tapas (e beijos). Não importa quais mídias você use para se promover, você está sempre exposto. Mas, até o advento das mídias sociais, você estava se entregando ao mercado meio que “no escuro” Porque? Por que independente de você gostar ou não, não tem controle sobre as reações do público. As mídias sociais na verdade lhe permitem hoje, pelo menos, se expor no claro, e poder reagir.</p>
<p>Nas mídias sociais você fala o que quiser, mas por conta das interações intrínsecas a elas, você pode não apenas observar as reações do mercado, mas reagir a elas. E isso em todos os sentidos. Você vai colher de tudo, reações positivas e negativas, e então poder conversar com o público no nível em que quiser, ou achar necessário /conveniente. Poderá atuar junto aos promotores da sua MPS dando-lhes subsídios para que possam atuar como seus evangelistas. E com os detratores você pode conversar, entender o porque de sua resistência, e atuar para resolver as questões levantadas. Imagine que você pode corrigir desde um discurso mal desenhado até efetivamente mexer na sua MPS, tornando-a mais atraente ao mercado.</p>
<p>Essa é a grande vantagem competitiva que as mídias sociais trazem ao mix de marketing e comunicação, o poder de, através da interação, aprimorar sua presença mercadológica.</p>
<p>Esse grande diferencial das mídias sociais ainda não é bem entendido por uma grande parcela das empresas que atuam nos mercados. Essas plataformas não são apenas de comunicação, e muito menos somente táticas. O poder estratégico das mídias sociais engloba todo o marketing e comunicação de uma MPS, permitindo testar, ajustar e tornar mais efetivas todas as ações de comunicação e marketing.</p>
<p>Então vamos combinar: se você prefere continuar apanhando no escuro e de mãos atadas, fique fora das mídias sociais. Mas tenha a certeza de que a sua MPS está lá. Quer você use isso a seu favor, ou não.</p>
<p><em>Cazarré - Sou publicitário e marqueteiro há mais de 15 anos, curto estudar e entender todas as possibilidades de realizar meu trabalho da melhor forma. Hoje estou fortemente engajado nas redes sociais, provocando discussões que gerem conhecimento. <a href="http://twitter.com/@Cazarre" target="_blank">@Cazarre</a></em></p>
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		<item>
		<title>Social Media e Antropologia do Consumo: O nascimento de um novo perfil profissional</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 11:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leitor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem está atento às oportunidades de trabalhos e “freelas” em mídias sociais já está acostumado com uma variabilidade de chamadas para o cargo. É tão múltipla a maneira como as empresas vem recrutando os profissionais para essa área que esse artigo vem trazer uma pequena contribuição para o debate de que tipo profissional está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem está atento às oportunidades de trabalhos e “freelas” em mídias sociais já está acostumado com uma variabilidade de chamadas para o cargo. É tão múltipla a maneira como as empresas vem recrutando os profissionais para essa área que esse artigo vem trazer uma pequena contribuição para o debate de que tipo profissional está habilitado para o trabalho em mídias sociais e que novos contornos esse mercado parece está tomando.</p>
<p>Basicamente o que fazem os profissionais de mídias sociais é a criação de conteúdo e o monitoramento da marca nesses espaços. A forma como se desdobra cada uma dessas atividades é enorme e neste ponto que entra a questão das competências para o cargo. Muitas empresas iniciam seu processo seletivo centrado na formação acadêmica de seus futuros contratados normalmente da área de comunicação. As empresas ainda parecem circular entre uma produção de conteúdo de qualidade, neste caso empenham-se no recrutamento de jornalistas e /ou preocupam-se com a contratação de profissionais que tenham habilidade com as plataformas, sejam “hard users de ‘redes sociais’”.</p>
<p>A questão central é que “escrever bem” e ser “hard user de redes sociais” não parecem ser as únicas qualidades necessárias para ser um profissional de mídias sociais. A produção de conteúdo e familiaridade com as ferramentas são imprescindíveis, porém existem outros elementos que são muito importantes.</p>
<p>Algumas breves pesquisas que venho realizando com social media e antropologia do consumo, tento como objeto o consumo feminino, demonstram que muitas empresas que tem altíssimos investimentos com publicidade e pesquisa tem deixado sua social media num campo da social media “for fun”, ou seja, tem utilizado essas plataformas como um espaços de “bom dia” e “boa noite” e de sorteios. Por que isso acontece? Basicamente esse tipo de uso acontece porque não existe um trabalho de “marketeria” para esses espaços, tampouco uma reflexão teórica sobre as possibilidades dessas ferramentas por parte destes profissionais. É preciso criatividade, um toque das qualidades de profissional de atendimento, além de bom texto e domínio das ferramentas para esse trabalho, você não acha?</p>
<p>Quando se está imerso nestas plataformas (como estamos) é necessário um distanciamento para entender o que acontece ali no twitter, no facebook, no Orkut e etc. Pensemos, não é porque vejo TV diariamente que isso me faz uma especialista em TV, não é? Esse mesmo distanciamento deve ser feito para nos colocarmos no lugar do outro, isto é, destas pessoas que consomem efetivamente (ou desejam consumir) as marcas com que trabalhamos, que produzem conteúdo sobre elas em seus blogs, seguem-nas no twitter, e etc. Esse tipo de distanciamento é proposto pela Antropologia, que vem tendo uma de suas ramificações, a Antropologia do Consumo, como uma disciplina em graduações de comunicação e pós-graduações em marketing.</p>
<p>A disciplina que em sua gênese se ocupava de entender os nativos (Quem eram? O que faziam? Por que faziam?), hoje extrapolou o campo das sociedades tradicionais e se instalou diante de nós- Nós entendendo a nós mesmos. Assim, venho propondo uma “marketeria” ancorada na Antropologia do Consumo para as mídias sociais. O método etnográfico, próprio dos antropólogos, hoje também usado por esses mesmos nas pesquisas de mercado, revela um novo caminho para trabalhar nas mídias sociais. A partir deste trabalho é possível entender o padrão de consumo, a linguagem, os caminhos percorridos até a escolha de um produto, tendo a possibilidade de uma série de marcadores tais como gênero, etnia, idade e etc. Dados qualitativos que podem ser transformados em números, mas que como tal revelam muito mais que números.</p>
<p>A Antropologia do Consumo aliada à Social Media é um dos exemplos de tipo de trabalho e perfil profissional que nasce no mercado. É muito importante estarmos atentos ao desenvolvimento de novas habilidades para fazermos as escolhas mais acertadas para nossas marcas nesse campo das mídias sociais. Agora você, diga o que você acha disso tudo?</p>
<p><em>Cláudia Machado &#8211; Sou Cientista Social pela Universidade Federal Flunense -UFF. Ataualmete curso Especialização em Gênero e Sexualidade- EGeS (IMS/CLAM/UERJ - Trabalho com Social Media e Antropologia do Consumo. Escrevo no Blog Gênero e Consumo- Um blog de conteúdo, pesquisa,redes sociais. <a href="http://twitter.com/#!/generoeconsumo" target="_blank">@generoeconsumo</a></em></p>
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		<title>Redes sociais, um maravilhoso mundo novo?</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 00:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leitor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Redes sociais, um maravilhoso mundo novo? Nem tanto. Nem maravilhoso, nem novo. Sobre o que falamos quando discutimos redes sociais? Nós falamos de gente, nada mais. Quando fazemos uma netnografia, nos “sentamos” na “sala de estar” das pessoas na internet com um caderno no colo, e observamos e escrevemos sobre seus hábitos no geral. Quando fazemos uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redes sociais, um maravilhoso mundo novo? Nem tanto. Nem maravilhoso, nem novo. Sobre o que falamos quando discutimos redes sociais? Nós falamos de gente, nada mais. Quando fazemos uma netnografia, nos “sentamos” na “sala de estar” das pessoas na internet com um caderno no colo, e observamos e escrevemos sobre seus hábitos no geral.<br />
Quando fazemos uma pesquisa nas redes sociais, nós olhamos nos hábitos de consumo das pessoas, o que elas compram e porque, nada mais. Elas compram motivadas por preço, qualidade, ou tendências? Nós olhamos seu comportamento como consumidoras, para ver suas necessidades de maneira a supri-las.<br />
<img src="http://www.midiassociais.net/ads/socialmediaworld.jpg" border="0" alt="" width="150" height="200" align="right" />Quando nós fazemos uma campanha de seeding nós vamos atrás de formadores de opinião e lhes damos informações relativas aos nossos produtos, serviços ou marcas para que eles espalhem a notícia, influenciando os consumidores.<br />
E que tal uma campanha de propaganda nas redes sociais. Bem parecido, nós olhamos os canais de mídias sociais e escolhemos aqueles que melhor impactam nosso target e compramos espaço ali, para vender nossos produtos, serviços ou marcas.<br />
Projetos de comunicação nas redes sociais, basicamente a mesma coisa. Você pode vê-los como uma maneira de achar e agir sobre o target, focando na apresentação de algo aos consumidores. Nesse caso você pode escolher os canais também, Twitter, Facebook, Youtube, blogs, você escolhe, não faz muita diferença, já que as mecânicas de uso são todas bem parecidas, a mágica reside na maneira como você lida com cada diferente canal para dizer as mesmas coisas.<br />
Mas nada disso tudo é diferente de outras formas de vender, exceto por um detalhe, que você pode escolher como vai nomear, pequeno ou grande: foco na individualidade das pessoas.<br />
Nenhuma outra mídia pode oferecer isso para um profissional de marketing ou comunicação. Nas redes sociais você pode colocar algo e observar aquilo indo, circulando junto ao target e ver o que ele pensa a respeito, e até mesmo ouvi-lo falando sobre aquilo.<br />
O que nós fazemos nas redes sociais é olhar e tentar entender a motivação das pessoas na Internet de maneira a executar nosso trabalho, que é apresentar algum produto, serviço ou marca.<br />
Vamos encarar isso, que outra plataforma de marketing ou comunicação te dá isso? Nenhuma outra.<br />
Essa é a enorme diferença das redes sociais, você pode interagir com o target numa base individual se você quiser ou precisar, e ver o que ele pensa sobre seu produto, serviço ou marca e como ele reage à sua ação e então você pode mudar seu discurso se necessário para atingir seus objetivos.<br />
E, com essa alegação, nós completamos um círculo completo sobre essa verdade: redes sociais dizem respeito ao comportamento das pessoas, nada mais. Bem, nem tanto. Já que podemos influenciar aquele comportamento, nós podemos nos enxergar como formadores de tendências ou os reais influenciadores atrás das cortinas ou os evangelistas acima da massa ou qualquer outra maneira pela qual você queira chamar, certo? Bem, realmente, não.<br />
Nesse ponto você deve estar começando a achar que nós vamos a lugar nenhum com essa conversa, ou que eu não fazendo realmente qualquer sentido, mas apenas tergiversando sobre algo que eu na realidade não entendo de verdade.<br />
Mas meu objetivo aqui não é falar um monte de “verdades”, mas ser provocativo sobre redes sociais, já que meu papel nesse teatro é começar e manter em movimento constante uma discussão sobre as redes sociais e seu impacto como uma ferramenta de marketing  e comunicação de massa.<br />
Sabe, eu sou um Farmer, e meu papel nas agências onde atuo é o de achar novas maneiras de alcançar resultados atuando tanto dentro da agência como fora, dentro dos seus clientes. Eu procuro maximizar os resultados das ações e, ao mesmo tempo, encurtar o cronograma e o orçamento investido de maneira a rentabilizar todo o processo.<br />
E, para fazer meu trabalho, eu preciso saber como o mercado das redes sociais age e se comporta, e essa é a razão pela qual estou propondo esta discussão, para saber o que você pensa sobre minhas idéias e teorias, e se você tem algo para dizer sobre isso tudo.<br />
Então, o que você achou? Me contate pelo <a href="mailto:cazarremktcom@gmail.com">cazarremktcom@gmail.com</a>, e vamos conversar mais.</p>
<p><em>Cazarré - Sou publicitário e marqueteiro há mais de 15 anos, curto estudar e entender todas as possibilidades de realizar meu trabalho da melhor forma. Hoje estou fortemente engajado nas redes sociais, provocando discussões que gerem conhecimento. <a href="http://twitter.com/@Cazarre" target="_blank">@Cazarre</a></em></p>
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		<title>As Redes Sociais e o Zé da Esquina</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 20:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leitor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
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		<description><![CDATA[É,  seu doutor. “Tá novinho em folha”. O Zé me diz isso três vezes por semana, nos dias que ele lava meu carro. E fala isso com uma sinceridade e um sorriso que acabo acreditando. Ele ganha a graninha extra dele e eu saio pro trabalho feliz no meu “carrinho novo”. Parece uma troca justa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É,  seu doutor. “Tá novinho em folha”. O Zé me diz isso três vezes por semana, nos dias que ele lava meu carro. E fala isso com uma sinceridade e um sorriso que acabo acreditando. Ele ganha a graninha extra dele e eu saio pro trabalho feliz no meu “carrinho novo”.</p>
<p>Parece uma troca justa. E ele não perde a oportunidade de fazer toda hora uma consulta. “Doutor, o senhor que sabe tudo de computador e internet, essas coisas, pode me dar mais uma ajuda?”.  É isso, pois sou  o “consultor web “ dele. Assim o Zé já tem currículo “on line”, possui perfil no Orkut, e usa o MSN para paquerar mulheres pelo Brasil afora (pois  um amigo dele toma conta de um ponto de web aqui perto e ele gasta as horas de folga lá batendo papo e marcando encontros).</p>
<p><img src="http://www.midiassociais.net/ads/ouvindo_radio_2.jpg" border="0" alt="" width="150" height="200" align="right" />“Então, doutor,vai começar o Big Brother e desta vez não quero ser mais enganado”. Ele explica que não quer mais discar mais aqueles 0800 porque descobriu que todo mundo paga uns centavos e a rede de televisão e as empresas de telefonia acabam faturando milhões com a ignorância do povo.  Ele viu isso no Orkut  onde  disseram a ele que votar pela internet é grátis. Eu confirmo “é isso aí, é so ir lá no site do programa e clicar sem pagar nada”. Só não disse que pago telefone, acesso a internet e conserto de computador , energia elétrica, mas tudo bem, vamos lá.</p>
<p>Ele fica feliz, “é mesmo?” e esfrega as mãos dizendo, “agora é que eu votar mesmo, muitas vezes. Adoro votar no paredão”. Pergunto a ele se acredita mesmo que não tem manipulação. “Deve ter, né lá, diz ele, mas eu quero ajudar a  eliminar aqueles que são picaretas demais. Pode ser homem ou mulher esclarece, ele, mas eu percebo a malandragem.”</p>
<p>Em nenhum lugar do mundo o Big Brother faz tanto sucesso como no Brasil. Eu explico ao Zé que agora as coisas estão mudando, então a força da internet está com ele, com todos os Zés das esquinas que podem se informar e saber como no caso dos 0800 que estão sendo enganados. Você pode entrar no Orkut e espalhar isso para os seus amigos, digo a ele. Ele diz que quer mais é paquerar na rede, mas contou para todos os porteiros e amigos dessa jogada de voto pago.</p>
<p>Me animo um pouco e tento explicar a ele a lógica das mídias sociais. Você pode filmar ou fotografar uma coisa com teu celular e jogar na internet, explico. As pessoas podem espalhar isso e você acabar virando assunto no Jornal Nacional. Os olhos dele até brilham mas depois ele se retrai, envergonhado. “E eu quero lá essas coisas, tô tranqüilo no meu canto”.  Explico a ele que ninguém controla a internet, ao contrário das televisões, jornais, operadoras de telefone, empresas.</p>
<p>Falo para ele que até na China quando teve um grande terremoto há pouco tempo, a web foi usada para passar notícias, informações, mais rápida do que TV, rádio, etc.  E também pelo twitter que espalhou isso para o mundo inteiro.</p>
<p>“Eu sei,  doutor, você já tentou explicar esse tal de twitter aí mas não entendi muito, não.&#8221; Calma, digo eu, você é esperto, vai acabar entendendo. É como se fosse um  monte de alto-falantes falando por aí, a mesma mensagem, só que pra muita gente ao mesmo tempo, frases curtas, comentários. Eu posso passar uma mensagem dessa, você também. Aí as coisas se espalham com uma rapidez incrível. Insisto com ele e digo “dá até pra paquerar pelo twitter”.</p>
<p>Aí percebo que os olhos deles  se acendem, “então tenho que aprender, né doutor”. Pois é, Zé, elogio, você é um cara “conectado”, tem e-mail, MSN, tá no Orkut, sabe ver TV na web. Só falta perceber que você ainda pode ter mais poder do que imagina com isso tudo aí. A internet é sua, de todo mundo. Pode mostrar sua opinião, interagir mais com os outros. Fazer reclamações, mudar coisas de uma forma diferente.</p>
<p>Ele pára e pensa um pouco. Eu digo: Você é um cara bom de redes sociais, o futuro vai todo por aí, a geração nova, tudo conectado, celular, televisão.  Você decide e não eles! É a rede social!</p>
<p>Ele ri sem graça e diz: Doutor,”rede boa mesmo é para tirar um sono bom ou pra aquelas coisas boas da vida que todo mundo sabe”. E  encerra o papo, ali mesmo, pois  tá na hora da resenha esportiva no rádio que ele não perde.</p>
<p>(todas as palavras pessoas e nomes citados são mera ficção apesar de poderem ser muito semelhantes à vida real.)</p>
<p><em>Roberto Tostes &#8211; Formado em Comunicação &#8211; Publcidiadde pela UFF &#8211; Rio de Janeiro, trabalhou como redator publcitário, já foi sócio de empresa de comunicação, coordenador de equipe de criação. Atualmente tem empresa própria, trabalhando com comunicação, marketing, projetos editoriais e web.<a href="http://www.twitter.com./robretotostes" target="_blank"> @robretotostes</a>.</em></p>
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		<title>Mudanças na era do Search e a importância do relacionamento</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 19:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leitor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Costumava dizer que quem não está na Internet não existe. É uma frase completamente ultrapassada. Ser relevante no mercado tem se tornado complexo, não bastando apenas possuir um website. O relacionamento é imprescindível para marcar presença e o Network se mostra como peça fundamental para o sucesso pessoal ou organizacional. As mudanças são constantes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Costumava dizer que quem não está na Internet não existe. É uma frase completamente ultrapassada.<br />
Ser relevante no mercado tem se tornado complexo, não bastando apenas possuir um website. O relacionamento é imprescindível para marcar presença e o Network se mostra como peça fundamental para o sucesso pessoal ou organizacional.<br />
As mudanças são constantes e a velocidade em que ocorrem tende a aumentar a cada minuto. Vemos que todas as tecnologias estão sujeitas a serem deixadas para trás, tendo em vista a mudança das necessidades e grande oferta de novos serviços.<br />
Neste ano de 2010 vimos mudanças nos mecanismos de busca, gerando mais interação nas redes sociais.<br />
-Onde você procura:<br />
•       Um software para uma nova necessidade;<br />
•       Uma música quando se recorda apenas de um trecho;<br />
•       O melhor app para seu tablet;<br />
•       Material para trabalho universitário;<br />
•       Melhores restaurantes, teatros, filmes, etc.<br />
-Google? Bing?</p>
<p>Acredito que de um tempo para cá, suas buscas nestes websites diminuíram um pouco. Se não diminuíram, sua presença nas redes sociais não é tão grande quanto pensa.<br />
Para quem precisa de informação, é fanático por leitura e novidades, o Twitter é uma excelente ferramenta. Não me recordo onde li a seguinte frase: para quem é viciado em informação, o Twitter é como o crack. Frase pesada, mas faz sentido.<br />
Já no Facebook, se você possui os contatos certos, com interesses semelhantes, independente da experiência profissional que possui, conseguirá através deles material para diversos assuntos de interesse.<br />
É muito mais fácil fazer uma pergunta em seu mural do Facebook ou em sua timeline, obtendo respostas de amigos, pessoas que possuem os mesmos gostos, que conhecem seu gosto, sua localidade, entre outros. Sua busca se torna mais objetiva.<br />
Se possui bons contatos e é atuante em grupos do LinkedIn, encontrará na rede vagas de empregos em seu ramo e será indicado por amigos para oportunidades mais voltadas ao seu perfil profissional.<br />
Reunião de negócios em locais que não conhece? Veja os estabelecimentos mais próximos ou pesquise entre seus contatos do Foursquare lugares em que já fizeram check-in, assim como dicas e recomendações.<br />
Somente um website ou estar presente nas redes sociais não vai ajudá-lo. O ponto de partida para um perfil interessante é o relacionamento, seja pessoal ou empresarial.<br />
É preciso se adaptar, pois as tendências (2010/2011) já estão presentes: Crescimento exponencial do Mobile Marketing, Geolocalização, Redes Sociais segmentadas, Social Commerce.</p>
<p><em>Gabriel Corrêa Santos – Empresário, pós-graduação em Administração de empresas pela FGV &#8211; <a href="http://www.twitter.com/gabrielcorreas" target="_blank">@gabrielcorreas</a></em></p>
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		<title>As Redes Sociais Vendem?</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 10:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leitor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[As redes sociais  são uma boa ferramenta de marketing para uma empresa, mas, ao ler a pergunta: As Redes Sociais Vendem? Você pode questionar, e dizer que o foco das redes sociais não é a venda e sim a comunicação (interação) com os clientes e potenciais clientes do seu negócio. Essa é uma questão na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As redes sociais  são uma boa ferramenta de marketing para uma empresa, mas, ao ler a pergunta: As Redes Sociais Vendem? Você pode questionar, e dizer que o foco das redes sociais não é a venda e sim a comunicação (interação) com os clientes e potenciais clientes do seu negócio. Essa é uma questão na qual eu concordo totalmente e tenho tido ótimos resultados com essa forma de trabalho. Mas, elas vendem ou não?</p>
<p>As redes sociais podem ser usadas de diversas maneiras por uma empresa, site, blogs e por pessoas que não têm um objetivo &#8220;comercial&#8221; envolvido. Vejamos:</p>
<p>Empresas<br />
<img src="http://www.midiassociais.net/ads/tag.gif" alt="" align="right" /><br />
As empresas podem ter como objetivo, ao aderir as redes sociais, de fazer um atendimento rápido aos seus clientes, de monitorar as suas marcas, com o intuito de antecipar alguns fatos indesejáveis ou até mesmo de servir de termômetro de como sua marca/produto está posicionado e sendo vista pelo mercado, de interagir com o seu público alvo, com promoções, concursos, sorteios, conversas, participações em discussões onde o tema esteja relacionado a um assunto que esteja ligado a sua empresa ou em qualquer outra forma de interação.</p>
<p>Sites e blogs de conteúdo</p>
<p>Já os sites e blogs de conteúdo têm pontos que se assemelham aos objetivos das empresas, diferenciando no fato que o produto “vendido” é o conteúdo (artigos, post, vídeos&#8230;) gerado, que, assim como um produto físico ou uma prestação de serviço, deve ser de qualidade e diferenciará um site/blog bom de um ruim, um de sucesso e um fracassado. Mas, para os sites a interação com o público também é fundamental.</p>
<p>Público em geral</p>
<p>As pessoas, diferentemente das empresas, site ou blogs têm diversos objetivos ao usar as redes sociais, podendo ser para descontrair, passar o tempo, divertir, conversar com os amigos, fazer o Network e muitas outras coisas que variam de acordo com o tempo disponível de cada ou da criatividade para uso dessas plataformas.<br />
Agora você deve estar se perguntando, por que o título desse artigo é: As Redes Sociais Vendem? E não algo como: A importância da interação nas redes sociais. Mas, fiz essa introdução para responder: As Redes Sociais Vendem ou não Vendem?</p>
<p>Para empresas, sites, blogs ou público em geral as redes sociais vendem, mas não da forma direta, as vendas nas redes sociais ocorrem de forma indireta. Abaixo mostro como cada um vende o que tem a oferecer nessa ambiente social.</p>
<p>Como é com as empresas?</p>
<p>As empresas vendem seus produtos de várias formas, sendo que ela vende a partir do momento que você começa interagir com seus seguidores, oferecer conteúdo significante, que os direcionem para seu site ou que fortaleçam sua empresa, também quando você cria novidades que gerem uma maior visualização da sua marca, seja com vários RT no twitter, pelo compartilhamento de informações ou pelo botão curtir no Facebook  ou em uma discussão em comunidades no orkut.</p>
<p>As vendas são apenas consequências da interação da sua empresa/marca com o seu público. Tenho tido resultados bastante favoráveis com as redes sociais: Facebook, Twitter e Orkut, e vendido muito, sem em nenhum momento precisar divulgar os produtos da empresa, apenas conversando com o público.</p>
<p>São várias as vezes que me deparei com vendas provenientes dessas redes, sem mesmo precisar ter contato direto com o comprador, visto nos relatórios do Google Analytics (ferramenta gratuita que permite análises do seu site). Em outros casos tivemos vendas onde o seu início começou nessas plataformas, mas, depois continuamos por outros meios (e-mail, telefone, chat..)</p>
<p>E com os sites e blogs?</p>
<p>Os sites e blogs, da mesma forma que a empresa, precisam interagir com o seu público, mas o foco não é a venda de produtos e sim de publicidade ou outros meios (ex. e-book com dicas) que o rentabilize, sendo o ponto principal angariar visitantes ao seu site para vender a publicidade, seja ela por meio de programa de afiliados ou por venda de pacotes publicitários para empresas.</p>
<p>Assim, da mesma forma que uma empresa, seu site terá que estar sempre em contato com seu nicho e gerando conteúdo de qualidade, que na verdade a primeira coisa que você terá que vender é o seu conteúdo, o título nesse ponto é de fundamental importância, pois é a porta de entrada para o conteúdo.</p>
<p>Até aí tudo bem, mas, uma pessoa, o que elas venderia?</p>
<p>Com essas mudanças na internet e devido a grande influência da web 2.0  as empresas estão contratando e analisando as pessoas nas redes sociais, assim, as pessoas também “vendem” a sua marca pessoal (Marketing pessoal) para as outras pessoas ou empresas. Uma rede social muito usada para isso é o linkedin.</p>
<p>Mas se você já está empregado ou não está a procura de um emprego, fica a dica, continue vendendo sua marca pessoal e fique atento ao que fala nas redes, pois, já tiveram pessoas que foram demitidas por causa de comentários deixados na web ou não foram contratadas por participarem de determinadas comunidades no Orkut. Eu, como empresa, não iria querer contratar uma pessoa que participa de uma comunidade, por exemplo, que diz “Eu sou muito preguiçoso”.</p>
<p><em>Ricardo Euclydes Nazar é fundador do Blog Venderon. Formado em Adminsitração pela Universidade Federal de Viçosa e em Ciências contábeis. Já atuou prestando consultorias para empresas no Estado do Amazonas e ministrando cursos em diversas áreas, há alguns anos atua como Gerente de Marketing e Vendas em uma empresa de TI do parque tecnológico de Viçosa-MG. Articulista no site Imasters (novo). <a href="http://twitter.com/venderon10" target="_blank">@venderon10</a>.</em></p>
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