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	<title>Blog Mídias Sociais &#187; jornalismo</title>
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	<description>Escave as Mídias Sociais</description>
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		<title>43% das notícias on-line são compartilhadas nas mídias sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 03:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo de Paula</dc:creator>
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		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tendencias]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa global realizada pela CNN com 2.300 consumidores (POWNAR) revelou benefícios gritantes para as notícias que são compartilhadas via social media. Foi feita uma análise semiótica aprofundada, com técnicas avançadas de neuro-marketing para se chegar aos resultados. O projeto de pesquisa foi realizado a nível internacional, entre junho e agosto deste ano: 43% das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa global realizada pela <a href="http://cnninternational.presslift.com/socialmediaresearch" target="_blank">CNN</a> com 2.300 consumidores (POWNAR) revelou benefícios gritantes para as notícias que são compartilhadas via social media. Foi feita uma análise semiótica aprofundada, com técnicas avançadas de neuro-marketing para se chegar aos resultados. O projeto de pesquisa foi realizado a nível internacional, entre junho e agosto deste ano:<span id="more-4687"></span></p>
<ul>
<li>43% das notícias são compartilhadas através da mídia social. E-mail vem em segundo lugar, com 30%. SMS foi o terceiro (15%), seguido de mensagens instantâneas (12%).</li>
<li>A regra 80/20 se aplica às conclusões. 27%  de todas as pessoas que compartilham notícias representam  87% de todas as notícias compartilhadas.</li>
<li>A média global de usuários compartilha 13 histórias por semana e recebe 26 histórias através de links compartilhados em mídia social ou e-mails.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/10/grafcnn1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4692" title="grafcnn" src="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/10/grafcnn1.jpg" alt="" width="373" height="179" /></a></p>
<p><a href="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/10/grafcnn.jpg"> </a></p>
<ul>
<li>65% do conteúdo compartilhado compreende histórias classificadas como acontecimentos.</li>
<li>19% por notícias de última hora.</li>
<li>16% do conteúdo compartilhado é categorizado como &#8220;esquisitos ou engraçados&#8221;.</li>
</ul>
<p>Conhecer a tipologia do conteúdo compartilhado é significativo para que as informações possam ser usadas por agências como um guia para moldar a criatividade e, portanto, fazer a sua publicidade mais eficaz aos consumidores.</p>
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		<title>Crie histórias sociais com o Storify</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 02:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo de Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trends]]></category>
		<category><![CDATA[crowdsourcing]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Transforme o que as pessoas postam na mídia social em histórias fascinantes. Você coleta as melhores fotos, vídeo, tweets e muito mais para publicá-los como simples e bonitas histórias que podem ser incorporadas em qualquer lugar. Storify permite criar histórias a partir de sites de redes sociais, por exemplo, você pode criar uma história a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Transforme o que as pessoas postam na mídia social em histórias fascinantes. Você coleta as melhores fotos, vídeo, tweets e muito mais para publicá-los como simples e bonitas histórias que podem ser incorporadas em qualquer lugar. <a href="http://storify.com/" target="_blank">Storify</a> permite criar histórias a partir de sites de redes sociais, por exemplo, você pode criar uma história a partir de tweets, vídeos no YouTube e fotos no Flickr e também incorporar a história em seu site e compartilhá-la. No Storify você pode arrastar e soltar elementos individuais de redes<span id="more-4648"></span> sociais em sua história, reordenar os elementos e ainda adicionar textos para criar um contexto para as suas histórias.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="485" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=13950163&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="485" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=13950163&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/13950163"><br />
</a></p>
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		<title>A coletiva pessoal e virtual – os prós e contras do uso da tecnologia para divulgar uma notícia</title>
		<link>http://www.midiassociais.net/2010/03/a-coletiva-pessoal-e-virtual-os-pros-e-contras-do-uso-da-tecnologia-para-divulgar-uma-noticia/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vany Laubé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Com a tecnologia “bombando” em todas as áreas, não era de se espantar que ela invadisse o espaço das coletivas de imprensa. As Redações estão cada vez menores, os profissionais vêm exercendo mais de uma função, não raro apurando tanto para o jornal como para o blog, twitter e outras das novas ferramentas com as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a tecnologia “bombando” em todas as áreas, não era de se espantar que ela invadisse o espaço das coletivas de imprensa. As Redações estão cada vez menores, os profissionais vêm exercendo mais de uma função, não raro apurando tanto para o jornal como para o blog, twitter e outras das novas ferramentas com as quais todos nós passamos a lidar com o advento mídias sociais.<span id="more-2368"></span></p>
<p>Se os jornalistas sequer têm tempo de almoçar, o que se dirá então da disponibilidade para sair de seu QG para acompanhar alguma coletiva? Some-se a este quadro o caótico trânsito que cresce infinitamente com o aumento da frota de carros vendidos com o subsídio de IPI pelo governo, sem a mesma contrapartida de número de ruas e estradas e, mais recentemente, o caos instalado com as chuvas e enchentes e temos o cenário perfeito para usar e abusar da tecnologia do streaming para desenvolver coletivas de imprensa.</p>
<p>Mas será que o uso da tecnologia para este fim, especificamente, é de todo bom?  Entrevistada pelo Mídias Sociais, a especialista Martha Gabriel tem uma posição bastante interessante.</p>
<p><strong>Dois lados da moeda</strong></p>
<p><a href="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/03/coletiva.png"><img class="alignright size-full wp-image-2369" title="coletiva" src="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/03/coletiva.png" alt="" width="150" height="200" /></a>Em sua opinião, por serem binárias, as novas tecnologias podem trazer tanto coisas boas quanto ruins. “Isso não é novo e podemos dar exemplos pré-históricos como a descoberta do fogo, que, ao mesmo tempo que permitiu uma grande evolução para a humanidade também foi usado como arma e instrumento de opressão e conquista. A energia nuclear pode alimentar o planeta ou destrui-lo. E assim vai. Especificamente no uso de novas tecnologias para o relacionamento com a imprensa, acredito também que existam vantagens e desvantagens”, disse.</p>
<p>Para <a href="http://twitter.com/marthagabriel" target="_blank">Martha Gabriel</a>, apesar das coletivas via streaming trazerem a vantagem de um público maior ter acesso a elas, por outro lado quem está à distância não tem a mesma possibilidade de interagir na coletiva como quem está presente, o que é uma desvantagem.</p>
<p>Martha Gabriel vai além quando salpica as entrevistas por email.” Se por um lado elas facilitam o trabalho do jornalista e dão um tempo maior para o entrevistado refletir e responder às questões, por outro lado o jornalista perde o fator &#8220;surpresa&#8221; de uma pergunta feita ao vivo, que pode extrair muitas vezes informações &#8220;quentíssimas&#8221; justamente porque não houve tempo do entrevistado em refletir e formular uma resposta mais elaborada”.</p>
<p>O corpo-a-corpo, a interação presencial, continuam sendo, na sua opinião, muito válidos e a forma mais rica de interação. No entanto, nem sempre isso é possível e, nesses casos, o uso das tecnologias de comunicação podem viabilizar o contato, mesmo que isso incorra em algum tipo de perda. Assim, a tecnologia possibilita que ações jornalísticas que não se realizariam possam acontecer, resultando em grande benefício em muitos casos.”</p>
<p>Seja como for, o caso é que há  muita gente usando o streaming, e eu defendo a causa, acreditando no seu potencial e incremento para  enriquecer esta vivência: a agência Ideal, que atua como PR Agency e SocialMedia Agency, usa e abusa do recurso de coletiva de imprensa via streaming, twittando resultados quantitativos alcançados com a ferramenta. A S2, Assessoria de Imprensa que cresceu muito em função de seu nicho de atendimento às empresas do setor de TI também segue um caminho similar. Tendo em seu portfólio a Microsoft, de quem recebeu o certificado de Windows Media Service Provider &#8212; o que a empresa só deu para 10 empresas em todo o País &#8211;, dispõe de uma área só para isso, capitaneada por Rubens Meyer, que costuma dar workshops sobre como usar a tecnologia e também incorporar o vídeo no dia a dia de assessorias.  Ele estará novamente na próxima edição do #WebExpoForum (<a href="http://www.webexpoforum.com.br" target="_blank">http://www.webexpoforum.com.br</a>) para falar sobre as tecnologias do streaming.</p>
<p>Mas e quando os experts em social media não se envolvem com a Assessoria de Imprensa?</p>
<p>Além da entrevista com Martha Gabriel, solícita e gentil, tentei contato com Juliano Spyer como fonte para esta matéria – mesmo de forma rápida, via Gtalk, mesmo. Também expert das mídias sociais, historiador de formação, três livros em sua recente história de escritor, atualmente está embrenhado em cuidar da campanha da Marina Silva, depois do sucesso que foi a do prefeito Gilberto Kassab nas primeiras eleições em que a internet foi liberada.</p>
<p>Sua participação relâmpago resumiu-se a um dado que eu, particularmente achei estarrecedor &#8212; o de que a razão pela qual ele não tem usado o streaming  é porque ele não é assessor de imprensa. Não satisfeita, provoquei-o. Mesmo ele sendo o responsável pelas estratégias de uso das mídias sociais, não seria o caso de ele recomendar seu uso para a interação com as mídias sociais via streaming, com a assessoria de imprensa da candidata? Silêncio, fim da entrevista.</p>
<p>Bottom-line:  Há casos e casos, claro, mas o recurso está aí, é “bola cheia”, parafraseando o Tadeu Schimdt, do Fantástico. Participei de algumas, não muitas, mas gosto e acho ótimo, quero e aplaudo.</p>
<p>Seja para jornalistas de veículos ou blogueiros, é uma opção e tanto para aumentar o potencial de alcance das mensagens-chave de um cliente, fazendo-as viralizar.  Em caso de chuva, acidente ou mesmo algum outro evento de última hora que concorra com o seu, dependendo da editoria, ainda que o quórum presencial caia, a audiência será garantida com  a entrada em cena do escalão plantão do veículo para a devida cobertura, coisa que jamais ocorria no passado porque simplesmente era impossível enviar alguém para o local.</p>
<p>Se você é de jornal, está  com sua participação garantida. Quanto aos detalhes da participação, os pontos aqui apresentados servem de alerta para que as ferramentas sejam melhoradas. É isso o que importa! Já, se você é o assessor de imprensa, sua fonte não tem o que temer. E ele deve se sentir assim, como se fosse Presidente da sua República, falando meia hora em cadeia nacional &#8211; é essa a forma que acredito, para ele não achar que tem que ter coleguinhas lá, ele tem que se sentir. Com uma audiência MUNDIAL – como foi quando Tiger Woods falou em streaming. Com a viralização do anúncio de sua coletiva, mesmo havendo jornalistas lá, ao vivo, cobrindo o evento, o mundo todo parou para ouvi-lo. E nem apenas jornalistas. Quem pôde, simplesmente parou e o ouviu. Como se fosse ele próprio, a fonte mais importante do planeta, naquele momento.</p>
<p><strong>Vany Laubé é jornalista, blogueira do Mosaico Social (<a href="http://mosaicosocial.blogspot.com" target="_blank">http://mosaicosocial.blogspot.com</a>), twitteira, professora de mídias sociais via podcast para a Rádio Mega Brasil online (<a href="http://mosaicosocial.blogspot.com" target="_blank">http://www.megabrasil.com/radio/radio.htm</a>), entre várias outras atividades, além de ser empresária de sua “eugência”, a Mosaico Pró-Comunicação. </strong></p>
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		<title>Admirável novo mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 03:02:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vany Laubé</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois do último post que escrevi aqui e este no meu blog, sobre aliar as mídias sociais ao jornalismo, fiquei imaginando que bom seria se todos se sentassem à mesa em busca de um final feliz em que todos pudessem ganhar. Imagine só: donos de jornais, de sites e blogueiros e jornalistas, sindicatos, conselhos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do último post que escrevi aqui e <a href="http://mosaicosocial.blogspot.com/2010/02/sai-o-resultado-do-bbb-dos-jornalistas.html" target="_blank">este</a> no meu blog, sobre aliar as mídias sociais ao jornalismo, fiquei imaginando que bom seria se todos se sentassem à mesa em busca de um final feliz em que todos pudessem ganhar. Imagine só: donos de jornais, de sites e blogueiros e jornalistas, sindicatos, conselhos e o que mais couber nesta trupe – ah, sim, e não se esqueçam dos vendedores, aqueles que sabem vender espaços em blogs, imaginar como literalmente valorizar os conteúdos a ponto de torná-los sonho de CONSUMO.<span id="more-2153"></span><br />
Todos unidos para somar em cima das vantagens competitivas de cada um neste novo mundo chamado mídia social que – convenhamos – não tem mais volta, mas – se dilacerado, vai mesmo, continuar com picuinhas sem fim. E que só denotarão dor de cotovelo entre intelectuais incrivelmente bem paramentados do ponto de vista do conhecimento e vendedores de ideias que, por mais absurdas que possam parecer, vão encher os bolsos de seus criadores, gerando discussões que não levarão coisa a lugar algum – algo como quando o cachorro corre atrás do próprio rabo.<br />
A briga conteúdo x jornalismo não tem mais razão de existir. Não adianta querer continuar dando murro em ponta de faca. Minha certeza se baseia no simples fato de que o consumidor comum, ou leitor, é quem decide sobre o que e como ele quer ler ou receber suas notícias ou conteúdo.  Senão, vejamos:</p>
<p>1.	Você acha que ele recebe de graça, mas ele paga, sim:  com tempo e atenção.</p>
<p><a href="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/02/novo_mundo.png"><img class="alignright size-full wp-image-2154" title="novo_mundo" src="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/02/novo_mundo.png" alt="" width="150" height="200" /></a>2.	E, ainda, paga mais ao entregar &#8211; de graça &#8211; informações preciosas que compõe um perfil completo digno de um mailing atualizadíssimo. E isso, sem que o blog ou o site invista um centavo sequer em telemarketing passivo ou ativo.  Afinal, geralmente é o próprio consumidor quem preenche todos os dados.</p>
<p><strong>Diferença conceitual</strong></p>
<p>Vale acrescentar aos fatos já citados que os sites ou blogs publicam ainda muita publicidade e, diga-se de passagem, com resultados crescentes para seus donos.   Para os que duvidam, eu indico a leitura deste relatório, divulgado pelo IAB Brasil – <a href="http://api.ning.com/files/Bm8P8aVzIAj--ZK24yucYNg2Bn0TbhmP-LcfnX*WdMuhkSHqVsBhkxoLLUJoWbz7azxHuXiCghGFpvB1ot8j3W2xoBrqYWGN/IndicadoresIABBrasilfev_2010_site.pdf." target="_blank">Interactive Advertising Bureau</a>.<br />
Por sua vez, os sites de jornalismo ainda lutam para encontrar seu novo modelo econômico, defendendo que o jornalismo é um tipo de conteúdo que os consumidores deveriam pagar porque o produto é caro para produzir.</p>
<p>Isso vale para o bom jornalismo. Todo o processo desenvolvido até que a notícia chegue pronta demanda um investimento – dependendo da matéria – que pode ser realmente caro. Da investigação, passando pela apuração de todos os lados envolvidos no fato, mais a checagem dos números referentes ao que se ouviu com fontes fidedignas, muitas vezes pagas, até, uma reportagem para ficar pronta pode requerer vários repórteres, viagens e outros gastos, às vezes semanas até que fiquem prontas.<br />
Não é à toa que o pensamento dos donos dos veículos de comunicação e dos profissionais envolvidos no trabalho de mediar os interesses da sociedade ao buscar apurar e entregar corretamente os fatos para o leitor é, portanto, o de que os consumidores devem arcar com alguns dos custos diretos desta “entrega”.<br />
Visto sob este prisma, o jornalismo poderia ser considerado um conteúdo especializado, eventualmente até entendido como “elitista”. É certo que sempre atrairá audiência. Resta saber se isso representa quantidade ou qualidade de leitores.</p>
<p><strong>Informação de valor</strong></p>
<p>Porque, na esteira do surgimento das tecnologias que propiciaram às pessoas criarem seus blogs e sites, outra questão, da qual não temos como fugir, se fez maior: a famigerada lei da oferta e procura.<br />
O fenômeno das mídias sociais criou a credibilidade dos nichos e uma oferta gratuita de conteúdo – muitos deles muito bons, diga-se de passagem. E com isso nenhum dono de Veículo de Comunicação contava. Não importa se, do lado de cá, o também “dono” de um post ou conteúdo seja um Jornalista, Relações Públicas, Advogado, Dentista, Militar reformado.  Desde que o grupo para o qual ele se comunica seja um pessoal que nele confia, ele terá credibilidade suficiente para ser lido ou ouvido e replicado, retwittado, viralizado, evangelizado.<br />
Neste novo ecossistema informacional, as linhas entre conteúdo e jornalismo são confusas. O que se deve levar em conta é se é hora de juntar as forças para criar um modelo que envolva ambos e tirar o melhor proveito disso.<br />
Porque, no frigir dos ovos, o que o leitor continua querendo é a mesma coisa: informação de valor ao que nós publicamos. Ele quer algo interessante e importante o suficiente para experienciar. Esse é o novo curso do trem da História.  Você vai pegar ou perder?</p>
<p><strong><em>Vany Laubé é jornalista, blogueira do Mosaico Social (</em></strong><a href="http://mosaicosocial.blogspot.com/" target="_blank"><em>http://mosaicosocial.blogspot.com</em></a><strong><em>), twitteira, professora de mídias sociais via podcast para a Rádio Mega Brasil online (</em></strong><a href="http://www.megabrasil.com/radio/radio.htm" target="_blank"><em>http://www.megabrasil.com/radio/radio.htm</em></a><strong><em>), entre várias outras atividades, além de ser empresária. Sua agência é a Mosaico Pró-Comunicação (</em></strong><a href="http://www.mosaicoprocom.com" target="_blank"><strong><em>http://www.mosaicoprocom.com</em></strong></a><strong><em>) . </em></strong></p>
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		<title>É só botar mais água no feijão..</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 18:07:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vany Laubé</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto as mídias tradicionais ainda se questionam sobre como fazer para sobreviverem nestes tempos mais que modernos com a tecnologia trazendo pessoas novas para seu mundo, estas novas pessoas continuam “mostrando seu valor” que, na verdade, todo mundo tem. O que acontece é que a tecnologia está, cada dia mais, tornando esta porção generosa ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto as mídias tradicionais ainda se questionam sobre como fazer para sobreviverem nestes tempos mais que modernos com a tecnologia trazendo pessoas novas para seu mundo, estas novas pessoas continuam “mostrando seu valor” que, na verdade, todo mundo tem. O que acontece é que a tecnologia está, cada dia mais, tornando esta porção generosa ou colaborativa das pessoas mais intensa e, por isso, mais eficaz.<span id="more-1993"></span></p>
<p>Ontem, dia 18, um grupo de twitteiros teve um papel relevante no noticiário sobre os estragos causados pela forte ventania que se abateu sobre o Sergipe. A galerinha enviou informação e  fotos ajudando um portal de peso a manter a população a par dos acontecimentos. O resultado foi o devido crédito a esta turma de valor.</p>
<p>Repórter-cidadão é isso. É estar no lugar onde o fato está – como antigamente. Sou jornalista por opção e formação – creio no diploma, defendo-o, porque há coisas que necessitam de um aprimoramento que a vida por si só acaba fazendo com que aprendamos com muito mais anos de estrada – e a Universidade ajuda como nossas mães, com uma experiência e ensinamentos que evitam o famoso “aprender por meio dos erros e acertos”. Claro que vai além disso – vai no aprofundamento filosófico, na reflexão deontológica, na discussão exaustiva dos atributos éticos da profissão.</p>
<p><a href="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/02/jornalismo_cidadao.png"><img class="alignright size-full wp-image-1994" title="jornalismo_cidadao" src="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/02/jornalismo_cidadao.png" alt="" width="150" height="200" /></a>Mas o trabalho do repórter-cidadão, aquele que está no lugar certo, há hora exata em que um fato está ocorrendo, é fundamental para auxiliar no processo de qualquer apuração. Uma salva de palmas &#8211; como até já twittei, assim que tive acesso ao link enviado pelo Ricardo de Paula, que já sabia que me instigaria ao me tentar com o tema  &#8211; aos twitteiros @marciakristiny @Dekox @diegopitu @batanga79 @jaotonho @Rehipoo @thismerim @lucilacs @p3dro, pelo belo trabalho jornalístico-cidadão de enviar as informações e imagens corretas e, assim, prestar um serviço à comunidade. Parabéns ainda ao portal <a href="http://bit.ly/bq5cbk" target="_blank">emsergipe.com</a> por ter entendido que basta “botar mais água no feijão, e receber esta turma das #midiassociais de braços abertos, para somar, e não dividir, para se criar um resultado melhor, mais completo e eficaz!</p>
<p><em>Vany Laubé é jornalista, blogueira do Mosaico Social (http://mosaicosocial.blogspot.com), twitteira, professora de mídias sociais via podcast para a Rádio Mega Brasil online (http://www.megabrasil.com/radio/radio.htm), entre várias outras atividades, além de ser empresária de sua “eugência”, a Mosaico Pró-Comunicação. </em></p>
<p>Vany Laubé &#8211; jornalista<br />
www.mosaicoprocom.com</p>
<p>http://mosaicosocial.blogspot.com/</p>
<p>http://br.linkedin.com/in/vlaube2007</p>
<p>http://twitter.com/mosaicosocial</p>
<p>http://www.facebook.com/vany.laube</p>
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		<item>
		<title>BBC diz para jornalistas – abracem as mídias sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 14:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo de Paula</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os jornalistas da BBC foram instruídos pelo novo diretor de notícias globais, Peter Horrocks,  a usarem as mídias sociais como fonte de informação. Ele disse que era importante para a equipe editorial fazer melhor uso das mídias sociais e tornar a produção de histórias mais colaborativa. Para Horrocks, essas tecnologias estão mudando o jornalismo, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/02/bbc.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1932" title="bbc" src="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/02/bbc.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a></p>
<p>Os jornalistas da BBC foram instruídos pelo novo diretor de notícias globais, Peter Horrocks,  a usarem as mídias sociais como fonte de informação. Ele disse que era importante para a equipe editorial fazer melhor uso das mídias sociais e tornar a produção de histórias mais colaborativa.<span id="more-1931"></span></p>
<p>Para Horrocks, essas tecnologias estão mudando o jornalismo, e é importante para a BBC se adaptar a elas. Para os editores de notícias da BBC o Twitter e leitores de RSS estão se tornando ferramentas essenciais. Segundo Horrocks, os jornalistas da BBC devem se integrar e estar atentos aos feedbacks para uma melhor compreensão de como a audiência se relaciona com a marca.</p>
<p>Na sequência da criação de um posto de editor de mídia social em outubro, isto marca uma outra mudança fundamental na atitude da empresa em relação à mídia social.</p>
<p><span style="color: #999999;">[</span><a href="http://www.guardian.co.uk/media/pda/2010/feb/10/bbc-news-social-media" target="_blank"><span style="color: #999999;">the guardian</span></a><span style="color: #999999;">]</span></p>
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		<title>Notícia viral é notícia boa!</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 02:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo de Paula</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Contrariando a crença de que fofocas, escândalos e notícias negativas são elementos para tornar uma história viral e compartilhada por leitores, um recente estudo realizado pela universidade da Pensilvânia, que registrou as histórias do The New York Times mais compartilhadas por email através do site durante seis meses, chegou a conclusão – o positivo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Contrariando a crença de que fofocas, escândalos e notícias negativas são elementos para tornar uma história viral e compartilhada por leitores, um<a href="http://marketing.wharton.upenn.edu/documents/research/Virality.pdf" target="_blank"> recente estudo</a> realizado pela universidade da Pensilvânia, que registrou as histórias do <a href="http://www.nytimes.com" target="_blank">The New York Times</a> mais <a href="http://www.nytimes.com/gst/mostemailed.html" target="_blank">compartilhadas por email</a> através do site durante seis meses, chegou a conclusão – o positivo é mais compartilhado.<span id="more-1892"></span></p>
<p>As histórias do The New York Times com termos positivos são de longe mais repassadas que as com termos negativos e também mostram uma preferência por artigos mais complexos.</p>
<p>Se há um ponto em comum entre as notícias mais compartilhadas por email é que elas forçam as pessoas a olharem para o mundo de forma diferente. Histórias surpreendentes ou que revertem uma ideia existente, ou que fazem as pessoas perceberem a complexidade e o tamanho de nosso planeta ou de certas questões são mais prováveis de serem espalhadas.</p>
<p>Os pesquisadores da universidade da Pensilvânia acompanharam mais de 7.500 artigos publicados entre agosto de 2008 a fevereiro de 2009. Uma amostra aleatória de 3.000 desses artigos foram avaliadas por leitores independentes para julgar o valor prático ou o quanto a história revelava novos conceitos ou tinha novas abordagens para questões já existentes. Os pesquisadores também usaram algoritmos de computador para acompanhar a relação de palavras emocionais em um artigo, assim como avaliar a relação de positividade ou negatividade nas notícias compartilhadas. Histórias mais emocionais eram mais prováveis de serem compartilhadas, assim como artigos mais longos.</p>
<p><span style="color: #999999;">[ <a href="http://www.nytimes.com/2010/02/09/science/09tier.html?partner=rss&amp;emc=rss" target="_blank"><span style="color: #808080;">The New York Times</span></a> / <a href="http://www.wired.com/epicenter/2010/02/shock-and-awe-viral-news-is-good-news/" target="_blank"><span style="color: #808080;">Wired</span></a>]</span></p>
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		<title>Ajuda para repórteres rastrearem fontes</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 02:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo de Paula</dc:creator>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Fundada em 2008 pelo veterano de relações públicas Peter Shankman, Help A Reporter Out (Haro) é um dos serviços de mídia social de maior crescimento na America do norte. O negócio tem crescido quase sem nenhuma despesa, enquanto o facebook e o twitter lutam para achar a rota do lucro, a HARO tem atingido receitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1845" title="haro" src="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/02/haro.jpg" alt="haro" width="120" height="120" /></p>
<p>Fundada em 2008 pelo veterano de relações públicas Peter Shankman, Help A Reporter Out (Haro) é um dos serviços de mídia social de maior crescimento na America do norte.</p>
<p>O negócio tem crescido quase sem nenhuma despesa, enquanto o facebook e o twitter lutam para achar a rota do lucro, a <a href="http://www.helpareporter.com/" target="_blank">HARO</a> tem atingido receitas de mais de US$ 1,5 milhões anualmente.<span id="more-1844"></span></p>
<p>O que começou como um grupo no Facebook para ajudar repórteres a rastrear fontes, se tornou uma rede com mais de 30.000 blogueiros e jornalistas que se conectam diariamente com mais de 100.000 fontes.</p>
<p>Repórteres de grandes publicações como a <a href="http://www.reuters.com/" target="_blank">Reuters</a>, <a href="http://www.businessweek.com" target="_blank">BusinessWeek</a>, <a href="http://abc.go.com/" target="_blank">abc</a>, <a href="http://www.cbs.com/" target="_blank">CBS</a> e <a href="http://www.cnn.com" target="_blank">CNN</a> recorrem ao serviço para fazer perguntas e achar fontes para reportagens. Uma pergunta pertinente hoje seria, por exemplo: “procuro por pessoas que deixaram de comprar um Toyota por causa dos problemas apresentados nos freios do Prius”.</p>
<p>Haro é um serviço totalmente grátis para repórteres e fontes, e ao contrário da maioria dos serviços de mídia social, tem sido rentável desde o primeiro dia.</p>
<p><span style="color: #888888;">[fontes: </span><span style="color: #000000;"><a href="http://www.helpareporter.com/" target="_blank"><span style="color: #999999;">http://www.helpareporter.com/</span></a></span><span style="color: #888888;"> </span><span style="color: #000000;"><a href="http://www.wired.com/epicenter/2009/09/help-a-reporter-out-hits-paydirt-crowdsourcing-news-sources/" target="_blank"><span style="color: #999999;">wired</span></a></span><span style="color: #888888;">]</span></p>
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		<title>O Twitter é jornalístico</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 02:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vany Laubé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitas pessoas ainda têm o pé atrás com as mídias sociais e, na esteira dessa desconfiança, com o pio do pássaro azul que eu, particularmente gosto e uso cada vez mais como referência diária de leitura jornalística. Mas quando se fala em desconfiança, deve-se deixar claro que esta ainda reside no fato de que pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas ainda têm o pé atrás com as mídias sociais e, na esteira dessa desconfiança, com o pio do pássaro azul que eu, particularmente gosto e uso cada vez mais como referência diária de leitura jornalística.</p>
<p>Mas quando se fala em desconfiança, deve-se deixar claro que esta ainda reside no fato de que pela 1ª vez – não na história deste País, como gosta de divulgar aos quatro ventos em um bordão já manjado o nosso Presidente, mas – na história da humanidade – as pessoas começam a finalmente entender a diferença entre notícia e propaganda, entre visibilidade jornalística e os resultados de uma exposição de marca gerados com uma ação de marketing – o famoso ROI, ou seja, o retorno sobre o investimento.<span id="more-1668"></span></p>
<p><strong>Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa</strong></p>
<p>Esta era uma das explicações que, como assessora de imprensa sempre tive que “ensinar” aos clientes potenciais. Costumava usar aquela imagem clássica do emissor, mensagem e receptor, explicando o meu trabalho de intermediadora, mas sempre e desde que de um fato de interesse público.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1669" src="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/01/broadcast_twitter.jpg" alt="broadcast_twitter" width="150" height="200" />Uma vez como jornalista – e primeiro crivo daquele fato merecedor de um trabalho de divulgação para o tal público, por entender de interesse para sua comunidade e, portanto, passível de virar notícia –, eu o trabalharia para que, com cara de notícia, este fato viesse a ser resultado em vários tipos de mídia. No decorrer da explicação, havia a observação sobre o cliente ou eu não termos qualquer controle sobre o tamanho, a data de divulgação e mesmo se o resultado sairia, em função de variáveis independentes de nossa vontade, ainda que pudéssemos sugerir números adicionais em tabelas, fotos e imagens, sempre com a intenção de agregar valor ao material principal e espaço ao resultado final.  Diferentemente, a propaganda era o playground do cliente, de total controle do emissor da mensagem, porque paga em seu tamanho, conteúdo, número de página, cor etc..</p>
<p><strong>As mídias sociais</strong></p>
<p>Do ponto de vista do Marketing, as mídias sociais vêm-se aprimorando cada vez mais em casos de sucesso, revelando aqui e acolá como reverter ações em resultados que impliquem visibilidade e resultado. São promoções-relâmpago, pesquisas de fidelização com premiações, uma série de bons exemplos que aos poucos, vem formando um bom porfolio para agências e um novo jeito de se fazer negócio via web 2.0. E o jornalismo?</p>
<p>Este definitivamente não pode mais viver sem as mídias sociais. E, na opinião desta modesta representante da classe, sem o twitter. Se existe um nicho ao qual o passarinho azul encontrou seu lugar foi, sem sombra de dúvida este aqui. Senão vejamos:</p>
<p>·         É mancheteiro de primeira qualidade; ganha o leitor quem fizer a melhor manchete nos 140 caracteres disponíveis, já com link  e tudo para o corpo da matéria que se pretende lida;</p>
<p>·         Já “furou” as mídias tradicionais em vários momentos; desde o episódio da divulgação da filmagem que postou o tiro fatal da moça que, como centenas de pessoas, caminhava num protesto pacífico contra a eleição do presidente do Irã, até a morte do cantor por Michael Jackson, passando por outros locais, como o caso do PCC em São Paulo e tantos outros;</p>
<p>·         Tem praticamente todas as instituições de ensino de todos os graus e localidades, de Governo e as mídias mais importantes do mundo representadas nele e, portanto, twittando suas principais notícias e fatos.</p>
<p>Com toda esta gama de variedade de fontes diretas à disposição, como não ser jornalista e adepta aos ecléticos pios do pássaro azul?</p>
<p><strong>Vany Laubé é jornalista, blogueira do Mosaico Social (http://mosaicosocial.blogspot.com), twitteira, professora de mídias sociais via podcast para a Rádio Mega Brasil online (http://www.megabrasil.com/radio/radio.htm), entre várias outras atividades. Desde o início do ano, ela colabora no Mídias Sociais, escrevendo sobre mídias sociais e jornalismo todas as 6as. Feiras. Para conhecer mais sobre seu trabalho, acompanhe-a no twitter (@mosaicosocial)</strong></p>
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		<title>Sites, blogs e links de jornais: ao invés de uma lista, tudo num só lugar</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 03:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vany Laubé</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Listas: neste mundo virtual com aplicações que começam a explorar a semântica, elas pululam e dão o maior ibope. E não é para menos. Apesar das pessoas dizerem que nas mídias sociais apenas muito pouca gente gera conteúdo, este pequeno percentual é feito de gente muito boa criando ou juntando informação prá lá de interessante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Listas: neste mundo virtual com aplicações que começam a explorar a semântica, elas pululam e dão o maior ibope. E não é para menos. Apesar das pessoas dizerem que nas mídias sociais apenas muito pouca gente gera conteúdo, este pequeno percentual é feito de gente muito boa criando ou juntando informação prá lá de interessante para ser lida, discutida, repassada mesmo.<span id="more-1570"></span></p>
<p>O que me intriga ainda, é que, apesar de os blogs permitirem a discussão, de fato, do conteúdo postado, muito pouco segue em frente como fórum. E isso não é necessariamente um privilégio dos brasileiros, não.  Muita gente ainda prefere se manifestar via e-mail. Eu falo por mim, como blogueira, que recebo muito mais manifestações sobre o que escrevo no <a href="http://mosaicosocial.blogspot.com" target="_blank">Mosaico Social</a> via e-mail, do que pela ferramenta de comentário do blog. Por que será? Faixa etária dos leitores? Medo de exposição? Comodidade? Não parei para pesquisar, sinceramente – que algum centro de pesquisas se preocupe com isso (RS!).</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1572" src="http://www.midiassociais.net/wp-content/uploads/2010/01/listas.jpg" alt="listas" width="150" height="200" />Bem, mas como no último post daqui parece que pequei pela falta do link do meu texto com a área jornalística , hoje vou dedicá-lo totalmente a isso, listando, aqui, um único local onde os colegas jornalistas podem clicar e, a partir dele, literalmente viajar pelos melhores jornais, sites e blogs de conteúdos.</p>
<p>E não é pouca coisa não&#8230; O <a href="http://www.truthout.org/" target="_blank">Thruthout</a>, por exemplo, tem um expediente de fazer inveja a muito jornal. Com diretor, editor-executivo, editor multimídia e mais de 20 repórteres e colaboradores, o blog se auto-apresenta com missão e valores do jornalismo tradicional, visando ser uma voz independente e global, engajado aos princípios da igualdade, democracia, direitos humanos, responsabilidade e justiça social.</p>
<p>Já o <a href="http://www.mediabistro.com/" target="_blank">Mediabistro.com</a> é um verdadeiro portal, bem mais abrangente. Envolve jornalistas, mas também todas as pessoas que criam ou trabalham com conteúdo criativo ou na indústria criativa. Ou seja, de editores a escritores e produtores, inclui  designers gráficos, editores de livros e outros setores, incluindo revistas, televisão, cinema, rádio, jornais, edição de livros, mídia online, publicidade, relações públicas, e design. A missão desta turma é dar oportunidades para reunir recursos, compartilhar as oportunidades de emprego e projetos interessantes, além de notícias que visem a melhorar o trabalho de toda a comunidade.</p>
<p>Há ainda o site da <a href="http://www.spj.org/ethicscode-port.asp" target="_blank">Sociedade dos Jornalistas Profissionais</a>, cujo slogan é “Aperfeiçoando e protegendo o jornalismo desde 1909, que, divulgado em várias línguas, logo em sua primeira página oferece seu código de ética. A sociedade foi criada em Indianápolis e é fantástico ler os vários  materiais disponíveis lá – uma aula de cidadania, defesa do trabalho do jornalismo – vale a pena a visita apenas para nos lembrarmos de porquê somos jornalistas.</p>
<p>Enfim, há links do mundo todo só que, para a felicidade geral de todos, reunidos em um só local – permitindo que você escolha o que quer – basta incluir o endereço a seguir na sua lista de favoritos.  Anote aí: <a href="http://www.workingreporter.com/" target="_blank">The Working Reporter</a>. Começando por este, já dá para gastar um bom tempo pesquisando e investigando o que e como o mundo está cobrindo por aí, e, claro, dar uma comparadinha básica com o nosso jornalismo de cá. E o melhor, em tempo real! Boa sorte.</p>
<p><em>Vany Laubé é jornalista, blogueira do <a href="http://mosaicosocial.blogspot.com" target="_blank">Mosaico Social</a>, twitteira, professora de mídias sociais via podcast para a Rádio <a href="http://www.megabrasil.com/radio/radio.htm" target="_blank">Mega Brasil online</a> . Desde o início do ano, ela colabora no Mídias Sociais, escrevendo sobre mídias sociais e jornalismo todas as 6as. Feiras. Para conhecer mais sobre seu trabalho, acompanhe-a no<a href="@mosaicosocia" target="_blank"> </a></em><em><a href="http://twitter.com/mosaicosocial" target="_blank">twitter</a></em><em>.</em></p>
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